Planos falhos

sexta-feira, 18 de maio de 2012


Um equilíbrio tênue e trêmulo que não existe mais
Ainda lembro
foi naquela tarde feliz que chorei triste ao anoitecer
Relações que foram feitas no amor
amorteceram uma dor que passou a existir
Por hoje o que quero é ter asas...
Quero também ter você como antes...
Quero...

Uma barreira imposta por gigantes
Se meus atos por amor não são bons atos
vamos então ao ódio?
Quem eu conhecia a cem anos atrás
hoje não conheço mais como antes

Não sei se te faço mais bem
E a culpa disso é ser como sou
entrei em teus caminhos lhe fazendo rir
Hoje choras por lembrar de mim
Um eco que traga memórias
e as horas que me tragam o saber
Devo eu ser então seu algoz?
Me beije, sorria, talvez
assim sonharemos uma barreira por vez

2 comentários:

Jorge.. disse...

Parabéns, poeta. A poesia explode em todos os cantos. Parabéns mesmo!

Sayane Silva disse...

Ameeei , <3

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